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31/05/2019

Ventos favoráveis

O diretor comercial da DoisA engenharia, Felipe Castro, conta como a empresa concilia crescimento e responsabilidade socioambiental

O mercado de energia eólica no Brasil não para de crescer. Uma pesquisa da Associação Brasileira de Energia Eólica (ABEEólica) de novembro de 2018 atesta que já existem 568 parques eólicos operando em 12 Estados, dos quais a maioria (74%) está na Região Nordeste. Com capacidade instalada de 14,34 gigawatts, abastecem 26 milhões de residências por mês. Embora com trajetória tímida ao longo da crise econômica, o setor de produção de energia limpa desperta interesse dentro da nova economia. Quem investiu no segmento poderá começar a colher os frutos, como a DoisA Engenharia e Tecnologia, empresa sediada em Natal (RN) que desponta como uma das principais na instalação e construção de parques eólicos. O diretor comercial, Felipe Castro, narra como a empresa tem seguido em crescimento contínuo, mantendo ações de sustentabilidade ambiental e social.

Como trabalha a DoisA Engenharia?

A empresa possui as divisões de energia renovável e infraestrutura. Teremos, em breve, a divisão de urbanismo. Com atuação em Rio Grande do Norte, Pernambuco, Ceará e Bahia, erguemos 56 parques nos últimos anos, que somados geram (ou irão gerar) mais de 2 gigawatts de energia, o que representa quase 30% de toda a potência instalada no País.

Como a empresa lida com as questões ambientais?

Antes do início da obra é feito um planejamento detalhado da área em conjunto com órgãos ambientais locais, que informam se há espécies ameaçadas de extinção. Em caso positivo, cumprimos todo o protocolo. Quando se trata de uma planta, ela é preservada em viveiros para depois ser replantada em um local livre de ameaças à sua sobrevivência. Os animais são capturados por biólogos e depois soltos em hábitats aos quais pertençam naturalmente. Fazemos até mais do que a legislação exige, cuidando para que possamos seguir com as obras sem macular o ambiente. 

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Felipe Castro, diretor comercial da
DoisA Engenharia e Tecnologia

E em relação às demandas sociais? 

Nossa política é contratar mão de obra local para garantir que a comunidade dos arredores sofra o mínimo possível com a implantação dos parques. Sempre que possível, procuramos comprar os insumos necessários no comércio da própria cidade, firmando parcerias com varejistas para fornecimento de materiais, refeições e acomodações, serviços de lavanderia, vigilância, entre outros, ao longo do tempo de implantação. E privilegiamos a contratação de micros e pequenas empresas.

 

Quanto tempo dura a implantação de um parque eólico?

Depende muito das condições do terreno e meteorológicas, das entregas e prazos relacionados aos fornecedores, entre muitos outros fatores. Mas, em média, levamos 18 meses para concluir todo o processo, desde a chegada da equipe até a entrega total da obra e começo de operação dos equipamentos para a produção de energia.

A crise econômica chegou a afetar os negócios?

Quase nada. Passamos com saúde financeira pela crise, com o menor impacto possível. Não gostamos de abrir os números, mas posso garantir que vamos surpreender positivamente o mercado com os resultados dos próximos anos.

Qual a fórmula para não perecer?

Navegar com bons instrumentos. Uma gestão madura e sedimentada sobre informação consistente. Para nos ajudar nessa tarefa, mantemos a parceria na área contábil com a Rui Cadete Consultores [associada GBrasil do Rio Grande do Norte], cujo trabalho vai além dos registros dos números. Eles prestam consultoria constante para que a tomada de decisões aconteça com base em dados sólidos. Outro destaque que não cabe nas planilhas é a nossa relação próxima com os clientes. Parceria mesmo. E não apenas isso. Procuramos surpreender positivamente todos os parceiros de negócios, entregando sempre mais e melhor do que o pedido.